domingo, 20 de outubro de 2013

Cuca reconhece dificuldade, mas destaca vitória dos meninos do Atlético-MG


O técnico Cuca reconheceu que o Atlético-MG teve dificuldades com o excesso de mudanças que teve de fazer no time titular, por causa dos 14 desfalques, viu o Flamengo superior ao time mineiro no segundo tempo, na vitória alvinegra por 1 a 0 e comemorou o triunfo "dos meninos" neste domingo.


"Estávamos com cinco meninos do júnior. Alguns nunca tinham posto o pé como profissional. A gente fica muito feliz. É sinal que o trabalho nosso lá na base foi muito bem feito, uma vitória dos meninos, que foram homens", afirmou Cuca.
Cuca não pode contar com seis titulares na partida deste domingo. Ficaram de fora, Marcos Rocha, Réver, Júnior César, Josué, Diego Tardelli e Luan. Ao todo, foram 14 desfalques para o comandante armar a equipe titular alvinegra. O treinador se voltou a nove atletas formados na base do clube para montar a equipe.
"Esses meninos que hoje estão entrando são o futuro do Atlético-MG. Nada melhor que estrear contra uma equipe grande como o Flamengo, ainda mais vencendo. Para eles é um aprendizado enorme", comentou Cuca.
O treinador reconheceu dificuldades para o Atlético com os problemas e viu o Flamengo melhor no segundo tempo. "A gente sabia que ia ser difícil, porque ao natural já é difícil jogar contra o Flamengo, mais ainda mexido como a gente estava. Nós mexemos muito, aí não tem o entrosamento: o ritmo de jogo que dá condição de aguentar os 90 minutos na mesma intensidade", disse Cuca.

"Isso fez com que a gente jogasse bem no primeiro tempo, merecíamos o resultado. O segundo não foi bom, o Flamengo jogou melhor. Fizemos o gol num chute do Lucas que nos deu a vitória. Não nos posicionamos tão bem e sofremos alguns perigos, que era natural", acrescentou o treinador atleticano.

Mais Informações em: Cartola FC News

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Mais uma baixa no Botafogo: Vitinho acerta ida para o CSKA Moscou


O Botafogo acertou nesta segunda-feira a venda de Vitinho, de 19 anos, para o CSKA Moscou, que pagou a multa de 10 milhões de euros (R$ 31,6 milhões) do contrato atual do jogador, com validade até 10 de outubro de 2016. Ele já deixou a concentração em Curitiba e voltou ao Rio, terminando sua passagem pelo clube com 41 jogos, 11 gols e um título carioca conquistado na reta final da janela de transferências internacionais, que termina no dia 31. Com isso está fora do confronto de quarta-feira contra o Atlético-MG, pela Copa do Brasil, em Belo Horizonte.


Criado no Complexo do Alemão, Vitinho iniciou sua trajetória no futebol nas categorias de base do Audax, antigo Sendas. Em 2011, foi levado ao Botafogo depois de grandes exibições na categoria juvenil no ano anterior. Em 2012, deu seus primeiros passos no profissional, atuando em apenas dois jogos, mas deslanchou na atual temporada, quando conquistou a vaga de titular definitivamente no Campeonato Brasileiro.
No CSKA, Vitinho encontrará apenas um brasileiro. Ex-jogador do Grêmio, o lateral e zagueiro Mario Fernandes chegou ao clube no ano passado por um valor semelhante ao que será pago pelo jogador do Botafogo. Seu contrato será de cinco anos.
O Botafogo terá direito a 60% do valor total da negociação (R$ 18,6 milhões), mas teme as penhoras por dívidas fiscais, que já bloquearam o dinheiro das transferências de Fellype Gabriel e Andrezinho, em um total de R$ 8 milhões. Os outros 40% pertencem ao Audax.
Nesta temporada, o Botafogo também negociou Márcio Azevedo e Jadson e já recusou propostas oficiais pelo zagueiro Dória, apenas de grupos de investimento, e o meia Lodeiro, principalmente, assediado por clubes árabes. A situação financeira do clube carioca ainda é complicada e os jogadores não recebem salários há dois meses.

fonte: Publicado em 26/08/2013 - (Texto e Foto: Globo.com) 

sábado, 24 de agosto de 2013

Vasco x Corinthians: uma rivalidade que preocupa o Distrito Federal

Imagine um dos clássicos de maior rivalidade do país sendo disputado numa cidade que não está acostumada a jogos de risco, com policiais que não convivem diariamente com a hostilidade entre as torcidas.
De acordo com o Coronel Cleber Lacerda, a PM-DF entrou em contato com as PMs de Rio e São Paulo para obter informações sobre as organizadas que irão à capital.

– Não há problemas com os torcedores do Distrito Federal. Por isso, buscamos esse estreitamento para saber quem são os torcedores. O torcedor do DF é ordeiro – disse o secretário-adjunto de Segurança local, Paulo Roberto Batista.

De acordo com o assessor de imprensa da Força Jovem, maior organizada do Vasco, Eddie FVJ, farão o percurso Rio-Brasília cerca de 900 torcedores comuns, além de 50 a 70 membros da facção e líderes de outras uniformizadas. Esse grupo será escoltado pelo Gepe (Grupamento Especial de Polícia de Estádios) do estádio de São Januário (ponto de encontro comum para os vascaínos) até o Aeroporto Santos Dumont.

Em Brasília, os cruz-maltinos do Rio não terão escolta policial para chegar à sede da Força Jovem de Brasília, na cidade de Guará, onde se encontrarão com a organizada local, mais 2 mil membros. De lá, seguem para o estádio Mané Garrincha, num percurso de dez quilômetros. O Vasco, que costuma bancar os custos das viagens dos torcedores, não assumiu o valor do transporte. O aluguel de cada ônibus custa cerca de R$ 2 mil. Por isso, a decisão de ir por contra própria.

Aos 3 mil vascaínos vão se juntar membros das subsedes de Cuiabá, Goiânia e outras cidades. Nas duas capitais, são cerca de 4 mil torcedores. Todos se encontrarão no estádio, antes do jogo.
De acordo com o Coronel Cleber Lacerda, a PM-DF entrou em contato com as PMs de Rio e São Paulo para obter informações sobre as organizadas que irão à capital.
– Não há problemas com os torcedores do Distrito Federal. Por isso, buscamos esse estreitamento para saber quem são os torcedores. O torcedor do DF é ordeiro – disse o secretário-adjunto de Segurança local, Paulo Roberto Batista.

De acordo com o assessor de imprensa da Força Jovem, maior organizada do Vasco, Eddie FVJ, farão o percurso Rio-Brasília cerca de 900 torcedores comuns, além de 50 a 70 membros da facção e líderes de outras uniformizadas. Esse grupo será escoltado pelo Gepe (Grupamento Especial de Polícia de Estádios) do estádio de São Januário (ponto de encontro comum para os vascaínos) até o Aeroporto Santos Dumont.

Em Brasília, os cruz-maltinos do Rio não terão escolta policial para chegar à sede da Força Jovem de Brasília, na cidade de Guará, onde se encontrarão com a organizada local, mais 2 mil membros. De lá, seguem para o estádio Mané Garrincha, num percurso de dez quilômetros. O Vasco, que costuma bancar os custos das viagens dos torcedores, não assumiu o valor do transporte. O aluguel de cada ônibus custa cerca de R$ 2 mil. Por isso, a decisão de ir por contra própria.

Aos 3 mil vascaínos vão se juntar membros das subsedes de Cuiabá, Goiânia e outras cidades. Nas duas capitais, são cerca de 4 mil torcedores. Todos se encontrarão no estádio, antes do jogo.
– Não há problemas com os torcedores do Distrito Federal. Por isso, buscamos esse estreitamento para saber quem são os torcedores. O torcedor do DF é ordeiro – disse o secretário-adjunto de Segurança local, Paulo Roberto Batista.
De acordo com o assessor de imprensa da Força Jovem, maior organizada do Vasco, Eddie FVJ, farão o percurso Rio-Brasília cerca de 900 torcedores comuns, além de 50 a 70 membros da facção e líderes de outras uniformizadas. Esse grupo será escoltado pelo Gepe (Grupamento Especial de Polícia de Estádios) do estádio de São Januário (ponto de encontro comum para os vascaínos) até o Aeroporto Santos Dumont.

Em Brasília, os cruz-maltinos do Rio não terão escolta policial para chegar à sede da Força Jovem de Brasília, na cidade de Guará, onde se encontrarão com a organizada local, mais 2 mil membros. De lá, seguem para o estádio Mané Garrincha, num percurso de dez quilômetros. O Vasco, que costuma bancar os custos das viagens dos torcedores, não assumiu o valor do transporte. O aluguel de cada ônibus custa cerca de R$ 2 mil. Por isso, a decisão de ir por contra própria.

Aos 3 mil vascaínos vão se juntar membros das subsedes de Cuiabá, Goiânia e outras cidades. Nas duas capitais, são cerca de 4 mil torcedores. Todos se encontrarão no estádio, antes do jogo.
De acordo com o assessor de imprensa da Força Jovem, maior organizada do Vasco, Eddie FVJ, farão o percurso Rio-Brasília cerca de 900 torcedores comuns, além de 50 a 70 membros da facção e líderes de outras uniformizadas. Esse grupo será escoltado pelo Gepe (Grupamento Especial de Polícia de Estádios) do estádio de São Januário (ponto de encontro comum para os vascaínos) até o Aeroporto Santos Dumont.
Em Brasília, os cruz-maltinos do Rio não terão escolta policial para chegar à sede da Força Jovem de Brasília, na cidade de Guará, onde se encontrarão com a organizada local, mais 2 mil membros. De lá, seguem para o estádio Mané Garrincha, num percurso de dez quilômetros. O Vasco, que costuma bancar os custos das viagens dos torcedores, não assumiu o valor do transporte. O aluguel de cada ônibus custa cerca de R$ 2 mil. Por isso, a decisão de ir por contra própria.

Aos 3 mil vascaínos vão se juntar membros das subsedes de Cuiabá, Goiânia e outras cidades. Nas duas capitais, são cerca de 4 mil torcedores. Todos se encontrarão no estádio, antes do jogo.
Em Brasília, os cruz-maltinos do Rio não terão escolta policial para chegar à sede da Força Jovem de Brasília, na cidade de Guará, onde se encontrarão com a organizada local, mais 2 mil membros. De lá, seguem para o estádio Mané Garrincha, num percurso de dez quilômetros. O Vasco, que costuma bancar os custos das viagens dos torcedores, não assumiu o valor do transporte. O aluguel de cada ônibus custa cerca de R$ 2 mil. Por isso, a decisão de ir por contra própria.
Aos 3 mil vascaínos vão se juntar membros das subsedes de Cuiabá, Goiânia e outras cidades. Nas duas capitais, são cerca de 4 mil torcedores. Todos se encontrarão no estádio, antes do jogo.
Aos 3 mil vascaínos vão se juntar membros das subsedes de Cuiabá, Goiânia e outras cidades. Nas duas capitais, são cerca de 4 mil torcedores. Todos se encontrarão no estádio, antes do jogo.
ÚLTIMAS CONFUSÕES ENTRE AS TORCIDAS:
4/6/09
Torcedor morreu e outros oito ficaram feridos durante encontro de ônibus de vascaínos e corintianos na altura da Ponte das Bandeiras, na Marginal Tietê.

3/10/11
Um dos ônibus que levaram torcedores do Corinthians a São Januário foi alvo de uma emboscada com tiros e pedras enquanto trafegava pela Pres. Dutra.

30/10/12
Enquanto Corinthians e Vasco se enfrentavam no Pacaembu, torcedores das duas equipes brigavam em Manaus. A pancadaria deixou o local destruído e alguns frequentadores bastante feridos.
4/6/09
Torcedor morreu e outros oito ficaram feridos durante encontro de ônibus de vascaínos e corintianos na altura da Ponte das Bandeiras, na Marginal Tietê.
3/10/11
Um dos ônibus que levaram torcedores do Corinthians a São Januário foi alvo de uma emboscada com tiros e pedras enquanto trafegava pela Pres. Dutra.

30/10/12
Enquanto Corinthians e Vasco se enfrentavam no Pacaembu, torcedores das duas equipes brigavam em Manaus. A pancadaria deixou o local destruído e alguns frequentadores bastante feridos.
3/10/11
Um dos ônibus que levaram torcedores do Corinthians a São Januário foi alvo de uma emboscada com tiros e pedras enquanto trafegava pela Pres. Dutra.
30/10/12
Enquanto Corinthians e Vasco se enfrentavam no Pacaembu, torcedores das duas equipes brigavam em Manaus. A pancadaria deixou o local destruído e alguns frequentadores bastante feridos.
30/10/12
Enquanto Corinthians e Vasco se enfrentavam no Pacaembu, torcedores das duas equipes brigavam em Manaus. A pancadaria deixou o local destruído e alguns frequentadores bastante feridos.
BATE-BOLA
Coronel Cleber Lacerda, da Polícia Militar do Distrito Federal

Como a PM está se preparando para os eventos do fim de semana?
Nossa preocupação principal é para o jogo de domingo, por conta do envolvimento de grandes torcidas organizadas. Temos a informação que dez ônibus da Gaviões da Fiel de São Paulo estão chegando. Estamos nos organizando para que haja uma prevenção e não ocorra nenhum incidente.

Há risco de novos incidentes como o flamenguista espancado por são-paulinos na semana passada?
Em todos os jogos que tivemos em Brasília, só foi registrado um problema, que foi esse. Nossas ações têm sido bem sucedidas.
Coronel Cleber Lacerda, da Polícia Militar do Distrito Federal
Como a PM está se preparando para os eventos do fim de semana?
Nossa preocupação principal é para o jogo de domingo, por conta do envolvimento de grandes torcidas organizadas. Temos a informação que dez ônibus da Gaviões da Fiel de São Paulo estão chegando. Estamos nos organizando para que haja uma prevenção e não ocorra nenhum incidente.

Há risco de novos incidentes como o flamenguista espancado por são-paulinos na semana passada?
Em todos os jogos que tivemos em Brasília, só foi registrado um problema, que foi esse. Nossas ações têm sido bem sucedidas.
Como a PM está se preparando para os eventos do fim de semana?
Nossa preocupação principal é para o jogo de domingo, por conta do envolvimento de grandes torcidas organizadas. Temos a informação que dez ônibus da Gaviões da Fiel de São Paulo estão chegando. Estamos nos organizando para que haja uma prevenção e não ocorra nenhum incidente.
Há risco de novos incidentes como o flamenguista espancado por são-paulinos na semana passada?
Em todos os jogos que tivemos em Brasília, só foi registrado um problema, que foi esse. Nossas ações têm sido bem sucedidas.
Há risco de novos incidentes como o flamenguista espancado por são-paulinos na semana passada?
Em todos os jogos que tivemos em Brasília, só foi registrado um problema, que foi esse. Nossas ações têm sido bem sucedidas.
ACADEMIA LANCE!
Renato Sérgio de Lima, secretário-geral do Fórum Brasileiro de Segurança Pública

"Não há garantia de evento sem incidentes"

"O primeiro passo para evitar confrontos é um trabalho de inteligência, que exige que as polícias de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal conversem e, eventualmente, desenhem uma estratégia comum para cada uma fazer o comboio até a divisa. Assim, terão mais controle sobre as torcidas organizadas. Por mais que seja dramático, é mais simples agir tendo controle sobre as torcidas. O primeiro trabalho em termos de segurança pública é se planejar, principalmente se isso (confrontos programados) já está aparecendo nas redes sociais. Talvez, a polícia do Distrito Federal, por ser sede do evento, deva coordenar esses esforços para que se consiga pensar não só dentro do estádio, mas também no trajeto até o Mané Garrincha. E isso exige troca de articulação dentro da polícia do DF, das polícias estaduais e da Federal. Dentro do estádio não tem para onde fugir. Tem de isolar as torcidas organizadas. No restante do estádio é difícil porque o novo modelo de arena complica a vida para isolar as torcidas e proteger quem vai assistir ao jogo. Então, o aparato de segurança vai ter de ser reforçado, seja colocando alambrados para fazer barreira física ou mantendo duas fileiras de pessoal para defender. Uma olhando para uma torcida, e a outra, para a outra. Isso onera e a discussão é saber como isso vai ser equacionado pela CBF, porque é um custo bem maior do que aquele do lado de fora do estádio. Mesmo assim, não há garantias de que problemas isolados não ocorram. Grandes confrontos não vão ocorrer, mas é possível que algumas escaramuças aconteçam. Porque, pela própria arquitetura do estádio, não dá para dizer que não deva acontecer."
Renato Sérgio de Lima, secretário-geral do Fórum Brasileiro de Segurança Pública
"Não há garantia de evento sem incidentes"

"O primeiro passo para evitar confrontos é um trabalho de inteligência, que exige que as polícias de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal conversem e, eventualmente, desenhem uma estratégia comum para cada uma fazer o comboio até a divisa. Assim, terão mais controle sobre as torcidas organizadas. Por mais que seja dramático, é mais simples agir tendo controle sobre as torcidas. O primeiro trabalho em termos de segurança pública é se planejar, principalmente se isso (confrontos programados) já está aparecendo nas redes sociais. Talvez, a polícia do Distrito Federal, por ser sede do evento, deva coordenar esses esforços para que se consiga pensar não só dentro do estádio, mas também no trajeto até o Mané Garrincha. E isso exige troca de articulação dentro da polícia do DF, das polícias estaduais e da Federal. Dentro do estádio não tem para onde fugir. Tem de isolar as torcidas organizadas. No restante do estádio é difícil porque o novo modelo de arena complica a vida para isolar as torcidas e proteger quem vai assistir ao jogo. Então, o aparato de segurança vai ter de ser reforçado, seja colocando alambrados para fazer barreira física ou mantendo duas fileiras de pessoal para defender. Uma olhando para uma torcida, e a outra, para a outra. Isso onera e a discussão é saber como isso vai ser equacionado pela CBF, porque é um custo bem maior do que aquele do lado de fora do estádio. Mesmo assim, não há garantias de que problemas isolados não ocorram. Grandes confrontos não vão ocorrer, mas é possível que algumas escaramuças aconteçam. Porque, pela própria arquitetura do estádio, não dá para dizer que não deva acontecer."
"Não há garantia de evento sem incidentes"
"O primeiro passo para evitar confrontos é um trabalho de inteligência, que exige que as polícias de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal conversem e, eventualmente, desenhem uma estratégia comum para cada uma fazer o comboio até a divisa. Assim, terão mais controle sobre as torcidas organizadas. Por mais que seja dramático, é mais simples agir tendo controle sobre as torcidas. O primeiro trabalho em termos de segurança pública é se planejar, principalmente se isso (confrontos programados) já está aparecendo nas redes sociais. Talvez, a polícia do Distrito Federal, por ser sede do evento, deva coordenar esses esforços para que se consiga pensar não só dentro do estádio, mas também no trajeto até o Mané Garrincha. E isso exige troca de articulação dentro da polícia do DF, das polícias estaduais e da Federal. Dentro do estádio não tem para onde fugir. Tem de isolar as torcidas organizadas. No restante do estádio é difícil porque o novo modelo de arena complica a vida para isolar as torcidas e proteger quem vai assistir ao jogo. Então, o aparato de segurança vai ter de ser reforçado, seja colocando alambrados para fazer barreira física ou mantendo duas fileiras de pessoal para defender. Uma olhando para uma torcida, e a outra, para a outra. Isso onera e a discussão é saber como isso vai ser equacionado pela CBF, porque é um custo bem maior do que aquele do lado de fora do estádio. Mesmo assim, não há garantias de que problemas isolados não ocorram. Grandes confrontos não vão ocorrer, mas é possível que algumas escaramuças aconteçam. Porque, pela própria arquitetura do estádio, não dá para dizer que não deva acontecer."
"O primeiro passo para evitar confrontos é um trabalho de inteligência, que exige que as polícias de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal conversem e, eventualmente, desenhem uma estratégia comum para cada uma fazer o comboio até a divisa. Assim, terão mais controle sobre as torcidas organizadas. Por mais que seja dramático, é mais simples agir tendo controle sobre as torcidas. O primeiro trabalho em termos de segurança pública é se planejar, principalmente se isso (confrontos programados) já está aparecendo nas redes sociais. Talvez, a polícia do Distrito Federal, por ser sede do evento, deva coordenar esses esforços para que se consiga pensar não só dentro do estádio, mas também no trajeto até o Mané Garrincha. E isso exige troca de articulação dentro da polícia do DF, das polícias estaduais e da Federal. Dentro do estádio não tem para onde fugir. Tem de isolar as torcidas organizadas. No restante do estádio é difícil porque o novo modelo de arena complica a vida para isolar as torcidas e proteger quem vai assistir ao jogo. Então, o aparato de segurança vai ter de ser reforçado, seja colocando alambrados para fazer barreira física ou mantendo duas fileiras de pessoal para defender. Uma olhando para uma torcida, e a outra, para a outra. Isso onera e a discussão é saber como isso vai ser equacionado pela CBF, porque é um custo bem maior do que aquele do lado de fora do estádio. Mesmo assim, não há garantias de que problemas isolados não ocorram. Grandes confrontos não vão ocorrer, mas é possível que algumas escaramuças aconteçam. Porque, pela própria arquitetura do estádio, não dá para dizer que não deva acontecer."
COM A PALAVRA
Rogério Maldonado, o Bambu, presidente da Estopim da Fiel

"O estádio é novo, mas a cultura é velha"

"Isso (falta de divisão no estádio e uma cidade não acostumada a jogos de tamanha rivalidade) é complicado, sim. O estádio é novo, mas a cultura é velha. Dividir um pouco as organizadas (ficarão no setor superior, atrás dos gols) vai ajudar, mas não é tudo. Tem a chegada, os arredores, as entradas da cidade. As autoridades poderiam ter um cuidado maior. Antes de implementar um sistema novo, tem de se respeitar o antigo, já teve problema no último jogo (Flamengo x São Paulo). Nosso comboio para Brasília sairá neste sábado à tarde"
Rogério Maldonado, o Bambu, presidente da Estopim da Fiel
"O estádio é novo, mas a cultura é velha"

"Isso (falta de divisão no estádio e uma cidade não acostumada a jogos de tamanha rivalidade) é complicado, sim. O estádio é novo, mas a cultura é velha. Dividir um pouco as organizadas (ficarão no setor superior, atrás dos gols) vai ajudar, mas não é tudo. Tem a chegada, os arredores, as entradas da cidade. As autoridades poderiam ter um cuidado maior. Antes de implementar um sistema novo, tem de se respeitar o antigo, já teve problema no último jogo (Flamengo x São Paulo). Nosso comboio para Brasília sairá neste sábado à tarde"
"O estádio é novo, mas a cultura é velha"
"Isso (falta de divisão no estádio e uma cidade não acostumada a jogos de tamanha rivalidade) é complicado, sim. O estádio é novo, mas a cultura é velha. Dividir um pouco as organizadas (ficarão no setor superior, atrás dos gols) vai ajudar, mas não é tudo. Tem a chegada, os arredores, as entradas da cidade. As autoridades poderiam ter um cuidado maior. Antes de implementar um sistema novo, tem de se respeitar o antigo, já teve problema no último jogo (Flamengo x São Paulo). Nosso comboio para Brasília sairá neste sábado à tarde"
"Isso (falta de divisão no estádio e uma cidade não acostumada a jogos de tamanha rivalidade) é complicado, sim. O estádio é novo, mas a cultura é velha. Dividir um pouco as organizadas (ficarão no setor superior, atrás dos gols) vai ajudar, mas não é tudo. Tem a chegada, os arredores, as entradas da cidade. As autoridades poderiam ter um cuidado maior. Antes de implementar um sistema novo, tem de se respeitar o antigo, já teve problema no último jogo (Flamengo x São Paulo). Nosso comboio para Brasília sairá neste sábado à tarde"
Eddie FVJ, assessor da Força Jovem, da ASTOVAS e da FTORJ (Federação das Organizadas)

"Vasco vende o jogo e o torcedor se prejudica"

O Vasco vendeu o jogo para uma empresa. O cara vai lá, põe o ingresso mais caro, ganha o dele e prejudica o torcedor. Essas coisas têm que ser mais divulgadas. Não estamos prevendo nenhum problema com os corintianos. Essa coisa de briga acabou nos anos 80. Agora é só festa. Nós vamos ao estádio para torcer pelo Vasco. Você viu a festa que fizemos lá em Manaus? Então, aquilo ali foi só uma família (subsede) que fez. Nós prestamos serviços sociais, como doação de sangue. Vamos para torcer pelo Vasco.

Eddie FVJ, assessor da Força Jovem, da ASTOVAS e da FTORJ (Federação das Organizadas)
"Vasco vende o jogo e o torcedor se prejudica"

O Vasco vendeu o jogo para uma empresa. O cara vai lá, põe o ingresso mais caro, ganha o dele e prejudica o torcedor. Essas coisas têm que ser mais divulgadas. Não estamos prevendo nenhum problema com os corintianos. Essa coisa de briga acabou nos anos 80. Agora é só festa. Nós vamos ao estádio para torcer pelo Vasco. Você viu a festa que fizemos lá em Manaus? Então, aquilo ali foi só uma família (subsede) que fez. Nós prestamos serviços sociais, como doação de sangue. Vamos para torcer pelo Vasco.

"Vasco vende o jogo e o torcedor se prejudica"
O Vasco vendeu o jogo para uma empresa. O cara vai lá, põe o ingresso mais caro, ganha o dele e prejudica o torcedor. Essas coisas têm que ser mais divulgadas. Não estamos prevendo nenhum problema com os corintianos. Essa coisa de briga acabou nos anos 80. Agora é só festa. Nós vamos ao estádio para torcer pelo Vasco. Você viu a festa que fizemos lá em Manaus? Então, aquilo ali foi só uma família (subsede) que fez. Nós prestamos serviços sociais, como doação de sangue. Vamos para torcer pelo Vasco.

O Vasco vendeu o jogo para uma empresa. O cara vai lá, põe o ingresso mais caro, ganha o dele e prejudica o torcedor. Essas coisas têm que ser mais divulgadas. Não estamos prevendo nenhum problema com os corintianos. Essa coisa de briga acabou nos anos 80. Agora é só festa. Nós vamos ao estádio para torcer pelo Vasco. Você viu a festa que fizemos lá em Manaus? Então, aquilo ali foi só uma família (subsede) que fez. Nós prestamos serviços sociais, como doação de sangue. Vamos para torcer pelo Vasco.


Soma-se a isso o fato de o estádio da partida não ter sido preparado para ter divisão de torcedores em todos os seus setores – só as uniformizadas serão separadas, ocupando a arquibancada atrás dos gols.
É este o cenário de Vasco x Corinthians, marcado para domingo, às 16h, na Arena Mané Garrincha, em Brasília.
Uma reunião na sexta-feira na capital federal contou com a presença de autoridades locais, policiais, representantes de organizadas, imprensa e organizadores do evento. E definiu o esquema de segurança que contará com a presença de 800 policiais.
São 200 homens a mais do que o efetivo escalado para este sábado, na mesma região, que receberá quatro eventos quase simultâneos: Flamengo x Grêmio (às 18h30), no estádio; Festival Samba Brasília, no estacionamento do estádio (às 16h); Cirque du Soleil, no estacionamento do Ginásio Nilson Nelson (às 21h); e show de Roberto Carlos, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães (às 21h).






COM A PALAVRA

segunda-feira, 4 de março de 2013

Cuca alerta sobre os perigos do Strongest: 'Achei o time bom'


Cuca na entrevista do Atlético-MG (Foto: Bruno Cantini / Site Oficial do Atlético-MG)Cuca: atento ao time boliviano
(Foto: Bruno Cantini / Site Oficial do Atlético-MG)
Depois da vitória por 3 a 1 sobre o Guarani-MG, no último domingo, o Atlético-MG volta as atenções para o Strongest (BOL), adversário da próxima quinta-feira, pela Taça Libertadores, às 21h30 (de Brasília), no Independência. E o técnico Cuca alerta para os perigos do time boliviano, que ocupa a segunda colocação no Grupo 3, ao lado do São Paulo, com três pontos.
No último dia 28, o Strongest vendeu caro a derrota para o São Paulo, por 2 a 1, no Morumbi. Por isso, o técnico Cuca pede respeito ao adversário, apesar de a partida ser em casa, onde não perde desde a reinauguração do estádio, em abril do ano passado.
- Eles jogaram duas partidas, venceram a primeira e perderam a segunda para o São Paulo num jogo que até o último momento teve emoção. Temos que respeitá-los.
Para conseguir a terceira vitória em três jogos pela Taça Libertadores, Cuca pede para que os torcedores faça mais uma vez a diferença. Diante do São Paulo, na estreia, eles compareceu em peso, assim como na Argentina, quando dividiu o estádio Julio Grondona com os torcedores do Arsenal (ARG).
- O torcedor tem que entender que a função dele é importante, temos que ter calma, não se apavorar, desenhar a jogada e não querer fazer gol de qualquer forma e se preparar para o jogo duro que vai ser, mas temos tudo para fazer uma boa partida.
O time boliviano é estudado treinador atleticano, que elencou as qualidades do próximo rival na Libertadores.
- Eles estão jogando, marcando bem, saindo para o contragolpe e tendo uma bola parada muito boa. Fizeram gols assim nos dois jogos. O Escobar está vivendo um grande momento. É um dos cabeças pensantes da equipe deles, é a referência, tem jogadas pelos lados. Gostei e achei o time bom.
Time
Para o duelo contra o Strongest, Cuca vai aguardar a opinião do departamento médico do clube, já que o zagueiro Réver e o atacante Luan deixaram a partida contra o Guarani-MG com cortes na cabeça. Além deles, o volante Pierre, o meia Ronaldinho Gaúcho e o atacante Bernard foram poupados do duelo no fim de semana por questões físicas.
- Se for só o corte eles vão estar em condição de jogar na quinta-feira. Se tiver alguma outra coisa, aí não. Não é por essa razão que se poupa algum jogador, mas por não estarem no ideal para jogar. Aí você dá uma priorizada naquela competição que é a mais importante deste primeiro semestre, que é a Libertadores.

FONTE: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/atletico-mg/noticia/2013/03/cuca-alerta-sobre-os-perigos-do-strongest-bol-achei-o-time-bom.html

domingo, 24 de fevereiro de 2013

'Vamos vencer o Real', afirma Messi


A alegria voltou ao Barcelona. Após a derrota de 2 a 0 para o Milan na Liga dos Campeões, o time venceu o Sevilla por 2 a 1, de virada, sábado, pelo Campeonato Espanhol, e recuperou a confiança para o clássico com o Real Madrid. Segundo Lionel Messi, a equipe catalã está pronta para eliminar o maior rival na Copa do Rei.
Barça e Real farão duas partidas seguidas: terça, pela semifinal da Copa do Rei, no Camp Nou (o jogo de ida terminou com empate de 1 a 1); e no próximo fim de semana, pela 26ª rodada do Espanhol, no Santiago Bernabéu.
- Cometeremos um grande error se ficarmos esperando e pensarmos no resultado. O Real é um time muito bom e em qualquer momento pode fazer um gol. Vamos vencer o Real - disse o camisa 10, sem se importar com a vantagem do empate sem gols para ficar com vaga na final.
Messi marcou um dos gols da vitória sobre o Sevilla e completou 15 rodadas seguidas balançando a rede no Espanhol. Após a partida, o craque reconheceu que a derrota para o Milan, no San Siro, havia abalado o time.
- Entramos mexidos emocionalmente. O resultado em Milão machucou. Mas somos capazes de conseguir a virada - afirmou o argentino, confiante na classificação na Champions.
Messi, Barcelona x Sevilla (Foto: EFE)Messi em ação pelo Barcelona contra o Sevilla: 15 partidas seguidas fazendo gols  (Foto: EFE)

FONTE :http://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/futebol-espanhol/noticia/2013/02/vamos-vencer-o-real-afirma-messi.html

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Milan, Inter e Juventus disputam a contratação de Balotelli, afirma jornal


Não é de hoje que o nome de Mario Balotelli estampa as manchetes dos mais variados jornais e sites pelo mundo - seja por conta de polêmicas ou muitas especulações. Mas a "Gazzetta dello Sport" foi além e colocou o atacante do Manchester City com três camisas de uma só vez. Para o diário, MilanInternazionale de Milão e Juventus disputam sua contratação no próximo mercado de transferências, que será aberto em janeiro.
Na última quinta-feira, o agente do jogador, Mino Raiola, ironizou o suposto interesse do trio de gigantes. Ressaltando que o clube inglês não deseja negociar, ele também acredita que não há na Itália algum time capaz de arcar com um valor aceitável.
– Balotelli custa tanto quanto a Mona Lisa. Não há clubes na Itália que possam pagar por ele – disse à "Sky Sports" referindo-se à famosa pintura de Leonardo da Vinci.
Balotelli reprodução (Foto: Reprodução/La Gazzetta dello Sport)Balotelli é capa da 'Gazzetta dello Sport' desta sexta-feira (Foto: Reprodução/La Gazzetta dello Sport)
Adquirido junto ao próprio Inter de Milão por € 22 milhões, em 2010, estima-se que Balotelli valha na atualidade cerca de € 33 milhões (R$ 91 milhões). O preço assustou o vice-presidente do Milan, Adriano Galliani, primeiro a se manifestar pelo negócio.
– Balotelli é uma questão sentimental, mas já chega (de falar sobre). Nós teríamos que diminuir o elenco para 26 ou 27 jogadores para ele chegar porque realmente há muitos aqui. Se cinco não forem não haverá contratações - afirmou Galliani.

O técnico Massimiliano Allegri ainda pôs no pacote o passado - e presente - polêmico do jogador.
– Ele é um jogador importante com extraordinárias qualidades técnicas e físicas. Eu creio, entretanto, que devido a sua qualidade, ele jogou fora alguns anos de sua carreira – contou Allegri.
Ainda segundo a "Gazzetta", a ligação com o Inter de Milão é por conta de uma opção de recompra, enquanto o volante Paul Pogba, também agenciado por Mino Raiola, poderia ser o elo com o Juventus.

FONTE: http://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/noticia/2012/12/milan-inter-e-juventus-disputam-contratacao-de-balotelli-afirma-jornal.html

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Destaque do Atlético-MG, Marcos Rocha estaria na mira do Newcastle, diz jornal


Segundo o jornal britânico, com a concorrência, o Newcastle estuda outra opção para a lateral direita e pode oficializar uma proposta ao Atlético por Marcos Rocha, que iniciou a carreira nas categorias de base do clube mineiro.
Depois de passar duas temporadas no América-MG, Marcos Rocha voltou ao Atlético no início deste ano e virou titular sob o comando do técnico Cuca. Com boas atuações, o lateral direito entrou na seleção do Brasileirão em promoção da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Em alta, Marcos Rocha recebeu também a tradicional Bola de Prata da Revista Placar, em parceria com o canal ESPN. Aos 21 anos, o lateral é um dos trunfos do Atlético para a disputa da Copa Libertadores, competição que o time mineiro volta a disputar depois de 12 anos.
Marcos Rocha foi destaque na temporada de 2012 com a camisa atleticana. O jogador foi eleito, na última segunda-feira, o melhor lateral do Campeonato Brasileiro.

FONTE: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2012/12/05/destaque-do-atletico-mg-marcos-rocha-estaria-na-mira-do-newcastle-diz-jornal.htm